Archive

Author Archive

Pedaços sobre a crise mundial

September 3rd, 2009 admin No comments

Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá‐la“.
  Albert Einstein

O que estava errado?
A Matemática dos derivativos estava errada?
O que esteve errado na venda das hipotecas?
Como os bancos viram-se subitamente com carteiras insolventes
Porque razão ninguém ouviu o economista Lawrence J. White, na sua alerta de 2004?
Foi a política monetária imprudente?
Os bancos e correctores foram demasiadamente ambiciosos?
A crise representa alguma oportunidade? Qual?
Como a crise financeira(economica) afectou os países produtores de petróleo?
Aonde estavam os gurus, quando iniciou a crise?
A experiência do Estado Unidos com mais intervenção do Estado. Que lições tomar?
E agora, não ao liberalismo, sim ao Socialismo?
O que dizem os fundamentos dos Keynesianos?
Como medir o grau do liberalismo em países frágeis como na África?
O que significava afinal de contas livre mercado?
Como o nosso PIB pode ser afectado com a crise mundial?
Com a baixa das exportações deve haver selectividade na importação?
Que estratégias devem ser tomadas para aguentar e futuras crises?


Quais são as vulnerabilidades do nosso país? E Como fortalecê-lo perante tais fragilidades?
Qual deve ser o peso e o papel da mão-de-obra para considerar um pais forte?
Qual é o nível actual de dependência da mão-de-obra estrangeira? E que estratégias para inverter o quadro?
Como fazer de Angola uma potência efectiva na região?

Leia alguns textos sobre a Teoria da Crise

Relatório de Competitividade da Africa 2009

September 3rd, 2009 admin No comments

Relatório de Competitividade da África

Foi  recentemente publicado o relatório de competitividade da África para os anos 2008 e 2009, o relatório indica um crescente nível de competitividade ao nível dos negócios na África, adverte a necessidade de um acesso mais facilitado, dos Governos africanos e seus parceiros internacionais, ao mercado financeiro, a necessidade de romper barreiras no comércio, melhorar as infra-estruturas, aperfeiçoar os sistemas de saúde pública e educação e fortalecer as instituições.

As conclusões apresentadas no relatório de 2009, reflectem esforços de investigação de três instituições principais, o Forum Económico Mundial, o Banco Africano de Desenvolvimento e Banco Mundial.

O acesso limitado aos mercados financeiros, continua sendo o principal obstáculo para as empresas africanas. Mas, o baixo nível de desenvolvimento das infra-estruturas, o acesso limitado ao sistema de saúde pública e o acesso às instituições de ensino, assim como o débil tecido das suas instituições também torna os países africanos menos competitivos no mercado global. O relatório referencia um número de histórias de sucesso na região, indicando os passos que os países devem seguir para uma trajectória de crescimento sustentável.

O relatório referencia, dois pilares de curto prazo e três pilares de longo prazo no domínio da concepção de políticas para promover os índices de competitividade das economias africanas.

Os dois pilares do curto prazo são:

  1. Aumento do acesso ao financiamento por via de políticas abertas voltadas ao mercado;
  2. Manter os mercados abertos ao comércio

Os três pilares do Longo prazo são:

  1. As infra-estruturas constituem um dos principais constrangimentos para os negócios na África;
  2. Ineficiências básicas no sistema de educação e saúde pública limitam a capacidade produtiva e o potencial da África.
  3. São necessários ainda muitos exemplos de boa governação, com um lideranças fortes e alta capacidade visionária.

O documento de 351 páginas aponta na página 248 e 249, os principais constrangimentos da Economia Angolana, estabelece uma comparação com a África inteira e os países de rendimento médio. Para Angola, o baixo nível e qualidade da oferta de eletricidade e a corrupção, foram destacados como os principais constrangimentos que afectam o florecer dos negocios.

Leia a versão HTML do Relatório aqui

Para mais detalhes veja a entrevista da Sra Jeannifer Blanke falando ao detalhe sobre a competitividade dos paises Africanos.

Categories: Macroeconomia Tags:

BUCAN- Salva a vida dos Estudantes

September 3rd, 2009 admin 6 comments

Artigo de Vladmir Prata - Publicado no Jornal o Pais

Pe. José Cachadinha, Director da BUCAN

Pe. José Cachadinha, Director da BUCAN

A Biblioteca da Uni­versidade Católica de Angola (BUCAN) tem se revelado como um verdadeiro salva-vidas para o grande número de estudantes que em Luanda procuram os seus serviços. Diariamente, cerca de 350 pessoas são atendidas naquela ins­tituição, no horário que vai das oito às 21. São pessoas de vários extractos sociais, estudantes do ensino médio e superior, formandos de diversos estabelecimentos de ensino da capital do país.

O espaço, localizado nas novas instalações da Universidade Católi­ca, no bairro Palanca, é ainda cons­iderado como alternativo pelo seu director, o padre José Cachadinha, que aguarda ansioso a construção da futura biblioteca cuja maqueta pode ver-se exposta na entrada da instituição. Contudo, a BUCAN já deu provas de que é um do locais do género com maior capacidade de atendimento, até me mo a nível do país.

 Desde 1999, ano em que foi fundada a UCAN, a instituição já atendeu 406.207 pessoas na sua biblioteca. A maior parte, segundo o padre Cachadinha, são estudan­tes externos à UCAN, sobretudo de escolas e instituto médios que não têm bibliotecas ou que dispõem de pouca bibliografia. A única condição exigida para que se possa consultar livros na BUCAN é identificar-se como estudante.

”Aquelas pessoas que não estejam vinculadas a qualquer instituição de ensino devem contactar antes a direcção da BUCAN para poderem ser autorizadas a utilizar o nosso serviço “, disse o director.

Até há bem pouco tempo, a Biblioteca funcionava também nas antigas instalações da UCAN , no Kinaxixe. Ao mudar-se totalmen­te para o Palanca, o número de visitante diminuiu, como mostram as estatísticas. Em 2006, por exemplo, a instituição atendeu mais de 79 mil utentes, ao passo que no ano seguinte o número baixou para 66 mil e 500. Em 2008, já só foram 50 mil e 536 visitantes. Este ano, porém, prevê-se que o número de utentes venha a subir novamente, já que muitos estudantes descobriram a nova localização da BUCAN que oferece um e paço maior.

A sala de leituras dispõe de 150 lugares. Para além deste espaço, existe um outro no exterior da instituição, a que o padre Cahadinha chama de varanda da cultura, onde os utentes podem fazer consultas em grupo e debater assuntos académicos enquanto ai estiverem. Trata-se de um lugar “sui generis“, já que nas bibliotecas, normalmen­te, o silêncio é urna regra de ouro.

A Biblioteca conta com cerca de 50 mil publicações, entre livros e revistas, todas no activo. Tem igual­mente outras dez mil publicações por classificar, algumas das quais encontram -se ainda em conten­tores. A maioria do acervo de que dispõem é composta por obras que são oferecidas por outras bibliotecas, livrarias, instituições públicas e privadas e individualidades, sobre­tudo do exterior do país.

Até hoje, o acervo bibliográfico da BUCAN não constituiu encargo finan­ceiro para a nossa universidade. Todas as revistas e a maioria dos livros têm sido oferecido por instituições e ami­gos. Os outros por subsídios concedi­dos à biblioteca”, revela o director, dando a conhecer que todos os me­ses, a Biblioteca selecciona centenas de publicações dispensáveis ao seu acervo e oferece a escolas e outras instituições.

Para além do acervo clássico, cujo catálogo encontra -se mesmo à entrada da Biblioteca em modelo digital (computador) em papel, a instituição conta também com uma sala de internet, o que permite ao utente fazerem consulta on-líne. O espaço para o efeito dispõe de 30 lugares, mas apenas 12 computadores estão operacionais. Para que os estudantes não se desviem dos seus verdadeiros objectivos, a instituição definiu o Websites a serem consultados, limitando assim a entrada noutras páginas que nada têm a ver com a investigação académica.

Foi igualmente criado um sistema virtual, onde podem ser encontra­das já algumas obras corno enciclopédias’ dicionário multilingue, entre outras. Um do objectivos da Biblioteca é colocar todo eu acervo na página Web da UC e na Intranet. “Um sonho de há dez anos que nunca conseguimos realizar” , diz O padre Cachadinha.

Formação de bibliotecários

Onze pessoas garantem o funciona­mento da instituição, divididas por áreas: a área de tratamento - que inclui a aquisição, registo, carimba­gem, magnetização (para efeitos de segurança), catalogação, classifica­ção, digitalização, cotação e coloca­ção na estante - e a de recepção de utentes. De acordo com o director da instituição, todo o anos estes funcionários recebem formação, através do curso intensivo de biblio­teconomia organizado pela BUCAN, nos quais têm participado também técnicos bibliotecários de outras instituições e universidades, como a Universidade Técnica de Angola, a Universidade Metropolitana de Angola , Ins­tituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais, entre outras.

“Já tivemos nestes cursos cerca de cem alunos inscritos, e 82 receberam diplomas. Destes, mais de 60 perten­cem à outras instituições, alguns dos quais encontram - se a trabalhar em bibliotecas doutras universidades”. disse.

Hello amigos estudantes e Professores!

September 29th, 2008 admin 1 comment

Bem Vindos ao Blog da Universidade Metropolitana de Angola. Considere estes espaço seu, para beneficio das suas insuficiências e valências académicas.

Publique, comente, artigos de caracter cientifico de formas a beneficiar a comunidade academica com o seu saber.